Depois de passar anos rejeitando candidatura, Cícero Lucena admite saudade da PMJP


O ex-senador Cícero Lucena (PSDB) admitiu na noite desta segunda-feira, 23, que entre todos os mandatos que ocupou o que sente mais falta é o de prefeito de João Pessoa. Em entrevista na TV Arapuan, Cícero afirmou que é bom estar fora da política partidária, mas aproveitou o momento para falar sobre sua vida politica.

Questionado sobre a possibilidade de ser candidato, ele disse “que não direi que não serei candidato de forma alguma”, mesmo afirmando que não tem as eleições 2020 como foco. Na conversa com o jornalista Luiz Torres, Cícero aproveitou para falar de sua experiência política e do orgulho que teve “de conviver com políticos como Humberto Lucena, Antonio Mariz, Ronaldo Cunha Lima, o próprio José Maranhão e isso me ensinou bastante, havia uma diferença de idade grande, mas me estimulou a fazer parte”, disse.

Entre os nomes citados, Lucena afirma que Ronaldo sabia dividir o poder. Ele traçou uma linha do tempo do momento em que foi vice-governador. Ele traçou um histórico de suas ações como prefeito e comemorou o apoio da população e pontuou sua trajetória informando que já foi “o governador mais jovem e também fui o ministro mais jovem com 37 anos de idade”.

Cícero Lucena falou sobre a vontade de criar um “instituto de gestão pública para passar a experiência para os prefeitos”.

Sobre a crise no PSB paraibano, Cícero elogiou o governador João Azevedo e afirmou que o gestor paraibano é ‘honesto e responsável’ como profissional, o tucano admitiu que o PSDB está mais próximo de João Azevedo, “que do outro lado dissidente”, fazendo referência ao grupo que defende o ex-governador Ricardo Coutinho.

Já em relação à política nacional, ele disse que votou no presidente Jair Bolsonaro (PSL) no segundo turno das eleições 2018, “Alckmin foi minha primeira opção e votei em Bolsonaro no segundo turno, como fez a maioria dos brasileiros”, comentou.

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