Paraibano assume presidência da ANPR e defende que categoria escolha substituto de Dodge, Bolsonaro não garante

A Diretoria da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) para o biênio 2019-2021 tomou posse durante cerimônia na noite de quinta-feira (9), no Auditório Juscelino Kubitschek, na sede da Procuradoria-Geral da República, em Brasília (DF). O grupo, liderado pelo presidente Fábio George Cruz da Nóbrega, foi eleito por votação eletrônica, com 672 votos, em 10 de abril.

Em seu discurso, Fábio George pediu união e diálogo à carreira. “Empatia, ponderação, humildade, respeito pelas diferenças, busca de convergências, tolerância, solidariedade, construção de uma ambiente de paz, união, defesa das liberdades e direitos fundamentais, dos direitos humanos, transparência, ética e respeito pela coisa pública. Esses são os valores que sustentam o sucesso de qualquer organização ou país e nos ajudam a ultrapassar sem sobressaltos o mar traiçoeiro e agitado da crises”, afirmou o presidente da ANPR.

Além de Fábio George, tomaram posse nesta quinta-feira a vice-presidente, Ana Carolina Alves Araújo Roman, e os diretores Francisco Guilherme Vollstedt Bastos (Financeiro), Carlos Augusto da Silva Cazarré (Assuntos Corporativos), Léa Batista Moreira Lima (Assuntos Legislativos), Pedro Antonio de Oliveira Machado (Cultural), Patrick Salgado Martins (Assuntos Jurídicos), Nathalia Mariel Ferreira de Souza Pereira (Eventos), Flávio Paixão de Moura Júnior (Assuntos Institucionais), Hayssa Kyrie Medeiros Jardim (Comunicação Social), Renan Paes Félix (Diretor-Secretário) e Franklin Rodrigues da Costa (Aposentados).

O novo presidente da ANPR também defendeu a escolha do procurador-geral da República a partir da eleição da lista tríplice. “Nos 18 anos de funcionamento da lista tríplice sob a condução da ANPR, o Ministério Público Federal alcançou um nível de independência e eficiência institucional sem precedentes. Não foi por acaso. A lista tríplice serve ao fortalecimento da democracia interna e, também, como mecanismo garantidor de transparência externa”, apontou Fábio George.

Sobre a escolha de substituto para a vaga, Bolsonaro disse que só vai “acolher se incluírem um nome nosso”. “Não tem sentido colocar um inimigo.” Após a indicação do presidente, o nome ainda é submetido ao Senado.

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