Advogado da família de Bruno Ernesto prepara 2 pedidos de exceção de suspeição, mandato de segurança e acredita em federalização

Diante do parecer que, apesar do segredo de Justiça, ganhou a mídia nesta segunda-feira (13), em que o MPPB (Ministério Público da Paraíba) pede o arquivamento de Inquérito que apura a suposta participação do ex-governador da Paraíba, Ricardo Vieira Coutinho (PSB), no assassinato do servidor público, Bruno Ernesto, ocorrido em 2012, o advogado Aluísio Régis Filho (representante legal dos pais da vítima) revelou ao blog que estará impetrando nas próximas horas, junto ao TJPB, dois pedidos de exceção de suspeição, um referente ao promotor, Marcus Antonius da Silva Leite, e outro relacionado a juíza Francilucy Rejane Sousa Mota (2º Tribunal do Júri).

Segundo a família de Bruno, o promotor teria laços familiares com auxiliares muito próximos do ex-governador, Ricardo Coutinho. Leite é genro de Carlos Pereira, que vem a ser superintendente do DER (Departamento de Estradas e Rodagem), e muito próximo do ex-governador. Já a juíza, segundo a família, é nora da vice-prefeita de Mataraca, Emília Brandão Mendes, filiada ao PSB e aliada do investigado. Os pais de Bruno entendem que as ligações são mais do que evidentes para pedir a suspeição, tanto do promotor, quanto da magistrada. 

O advogado garantiu ainda que vai impetrar um Mandato de Segurança e que vai buscar federalização do processo.

Outro fato que ainda não foi explicado é como, em um processo em segredo de Justiça, apenas o parecer pelo arquivamento se torna público.                                                   

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