Tragédia socialista: divulgação de delações jogam RC no “lixo da história”

A estratégia de contrainformação até começou dando resultados razoáveis, confundindo a opinião pública e trazendo deputados para a “lama da corrupção”, mas com o passar dos dias a atuação nada republicana do ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), denunciada em acordos de colaboração premiada com ex-auxiliares, no âmbito da Operação Calvário, trouxe para a luz a atuação de uma quadrilha que drenava o erário.

Matérias publicadas nesse domingo (12) demonstram que a crise entre o ex-governador e o atual (João Azevedo) pode ter sido provocada pela falta de pagamento de uma “mesada” prometida pelo empresário e delator, Daniel Gomes (Cruz Vermelha/RS e IPSEP). Pelo menos é o que afirma o Blog do jornalista Anderson Soares.

Outro caso de “arrepiar os cabelos” é o pagamento de R$ 400 mil em dinheiro não declarado a advogados no Rio de Janeiro para livrar o ex-governador de uma possível condenação no TSE. O caso foi assunto da delação do ex-deputado federal da “tropa de choque do Collor” e ex-secretário, também delator, Ivan Burity. O operador financeiro da Organização Criminosa (Orcrim) disse ainda que “Ricardo teria negociado a liberação da licença ambiental, mediante o pagamento de propina. Porém, de acordo com o delator, a então superintendente da Sudema, Laura Farias, estaria “trabalhando” em favor de Roberto Santiago para impedir a construção do empreendimento. Ao tomar conhecimento, Ricardo a transferiu para Companhia Docas e nomeou uma outra pessoa com a missão de facilitar a licença. Foi nessas condições que o presidente da Marquise, segundo Ivan, liberou a propina de R$ 1,2 milhões que seria utilizada na campanha de reeleição de Ricardo”.

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