Segue o moído: Ricardo preside Comissão provisória, Azevedo não aceita decisão do PSB e Paraíba aguarda respostas da Calvário


Sabe o “Coletivo Girassol”? Nunca foi coletivo… E o slogan “segue o trabalho”? Ninguém está seguindo ninguém…E as mãos? Todos soltaram… Esta é a grande verdade sobre o que um dia foi chamado de “Coletivo Girassol”. Hoje vemos que o coletivo sempre foi individual e que o girassol só estava voltado para uma estrela.

Digo isso com o desprendimento de quem jamais torceu por nenhum dos lados nessa “briga” envolvendo o PSB na Paraíba. Sinceramente vejo esta crise como resultado da luz que chegou aos porões do Palácio da Redenção após a Operação Calvário, que revelou um esquema nauseante de pagamento de propina a autoridades e financiamento de campanhas com dinheiro sujo.

Sobre o ex-governador, Ricardo Coutinho, conseguir dissolução da Executiva Estadual do seu partido através de um documento questionável e logo depois ser conduzido à presidência da sua legenda, mesmo sendo minoria neste momento, nada me surpreende! Esta sempre foi a maneira de Ricardo agir. O ex-governador da Paraíba é um predador político, tendo mantido alianças sazonais com todos os grupos políticos que já comandaram a Paraíba.

O leitor mais atento vai perceber que o agravamento desta crise veio justamente quando o governador decidiu às pressas exonerar os então secretários: Cláudia Veras, Gilberto Carneiro e Waldson de Souza, justamente na manhã em que mais uma fase da da Operação Calvário ocorreu. Ricardo não aceitou a exoneração de seu pessoal de confiança o resto da história todos conhecemos.

João parece ter herdado a maior parte do apoio político, para Ricardo restaram aliados que se contam em uma das mãos, mas e a Calvario? Se o que foi dito nas primeiras delações for comprovado, tanto Ricardo quanto João têm motivos para se preocupar…

Os próximos capítulos serão emocionantes!

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