Ricardo Coutinho passa por prova de fogo neste domingo


Fora do Palácio da Redenção e distante de algumas lideranças que em outros tempos e chamavam de líder, o ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), terá a oportunidade de mostrar de é uma “carta fora do baralho”, como alguns acreditam, ou continua sendo uma liderança regional.


O ato SOS Transposição acabou perdendo o caráter de cobrança ao governo Bolsonaro e terminou sendo encarado por lideranças locais como um teste para saber “quem sobrou ao lado de Ricardo”. Isto se deve ao fato de a manifestação estar sendo coordenada pelo ex-governador que acusa o presidente de suspender a operação do sistema de bombeamento de águas da transposição do rio São Francisco, no canal que passa em Monteiro, no Cariri paraibano. A versão de RC acabou sendo desmentida pelo próprio presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino, que disse que tudo não passa de um “problema técnico”.

Outro que não vai é o governador, João Azevedo, também do PSB. Diante do grande número de políticos locais que já adiantaram sua ausência, Ricardo aposta em lideranças nacionais como a presidente do PT, Gleisi Hoffman.

Entre os artistas estão presentes: Chico César, Totonho e Dejinha de Monteiro. Também é aguardada a presença do ex-candidato à Presidência da República em 2018, Fernando Haddad (PT), governadores do Nordeste, prefeitos, parlamentares e representantes de movimentos sociais de toda a região.

É hora de saber se Ricardo é uma liderança política ou um “papagaio de pirata” das lideranças nacionais do PT.


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