Se na Paraíba PSB parece “seita”, no congresso partido é um “salve-se quem puder”

Listado entre as três legendas na Câmara Federal com mais votos contrários a orientação da sua liderança, o PSB muitas vezes lembra a música “Eduardo e Mônica” do Legião Urbana: “Festa estranha com gente esquisita”. O “salve-se quem poder” no Planalto é o oposto do que o PSB costuma conseguir em suas votações na Assembleia Legislativa da Paraíba, onde o partido algumas vezes chega a parecer uma “seita” com frases ao estilo de “ninguém solta a mão de ninguém” ou agressões verbais a jornalistas, com a em que a deputada, Estelizabel se negou a dar uma entrevista afirmando que um repórter era “do esgoto”.

Em Brasília o PROS tem a maior taxa de infidelidade no período: 23,3% dos votos dos deputados da sigla foram diferentes da orientação do líder ou do bloco partidário. Em seguida, PODE e PSB registram taxas de 19,6% e 19,1%, respectivamente.

Apesar do partido viver situações opostas no estado e no país, com o avanço da Operação Calvário, consequentes delações e acirramento da crise entre o ex-governador e o atual, a tendência é que o clima de “salve-se quem puder” também chegue a Paraíba.

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