Vaga na CMJP segue em aberto; indefinição já dura dois meses com 4 na disputa

Desde que o ex-vereador, hoje deputado estadual, Eduardo Carneiro (PRTB), tomou posse na Assembleia Legislativa no dia 1º de fevereiro, um imbróglio tomou conta da Câmara Municipal de João Pessoa que a preço de hoje não sabe a quem dar posse.

O primeiro-suplente, Carlão do Cristo (PROS), chegou até a ser empossado, no dia 1º de fevereiro, mas não chegou sequer a passar 24 horas no mandato, já que o juiz da 3ª Vara da Fazenda Pública, Gutemberg Cardoso Pereira, mandou cancelar a posse do mesmo entendendo que ele não atingiu os votos estipulados pela cláusula de desempenho e, portanto, não devendo assumir a cadeira de vereador.

Na mesma decisão, o juiz acrescentou que, apesar disso, Marcílio Ferreira, autor da ação que pediu o cancelamento da posse, também não deveria assumir o cargo na Câmara. “Deixo porém de autorizar, conforme requerido, a posse do promovente Marcílio Pedro Siqueira Ferreira, por não estar convencido da legitimidade de seu direito, em que pese a vasta documentação apresentada”, relatou Gutemberg Cardoso Pereira.

Diante do impasse Marcílio e Carlão passaram a travar uma batalha jurídica pela posse, enquanto a CMJP segue com um vereador a menos.

Uma semana depois (dia 8 de fevereiro), a suplente de vereadora, no exercício do mandato, Helena Holanda (Progressistas), também entrou na briga pela titularidade da vaga de Eduardo  Carneiro.

Para complicar ainda mais a situação, notícias dão conta que o suplente de vereador e presidente municipal do PROS, Cristiano Almeida, estaria irritado com Carlão do Cristo e com a CMJP, resolvendo requerer também o mandato na Justiça, alegando “falta de interesse do primeiro-suplente.

Ao todo já são 4 suplentes na disputa pela vaga, resta saber por quanto tempo seguirá o impasse.

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