Áudio contra Cartaxo não pode ser usado como prova

A informação é do colunista do Jornal da Paraíba, Suetoni Souto Maior, que ouviu o coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPPB, Octávio Paulo Neto.

O promotor “explicou que nestes casos dois pontos precisam ser analisados. É preciso aferir a legalidade e a legitimidade do áudio. Não se sabe, pelo menos até agora, quem fez a gravação e nem como ela se tornou pública. A constatação inicial é a de que houve captação ilegal. Neste caso, o conteúdo multimídia não pode ser usado como prova para incriminar. Apesar disso, ele pode indicar linhas de investigação, como uma análise sobre os pagamentos e se houve irregularidade neles”.

Como se observa, mesmo considerando a gravação possivelmente ilegal, o GAECO não descarta investigar os fatos. Posição louvável!

Veja a matéria na íntegra.
http://blogs.jornaldaparaiba.com.br/suetoni/2019/03/29/ministerio-publico-analisa-audios-e-arapongagem-envolvendo-cartaxo/

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